IMÓVEIS - Investimento seguro e lucrativo

Fernando Oliveira faz parte de um grupo de cinco amigos que se tornaram investidores no mercado imobiliário, de olho em bons rendimentos 
Foto: Rose BrasilFernando Oliveira faz parte de um grupo de cinco
amigos que se tornaram investidores no mercado imobiliário, de olho em bons rendimentos
Investir hoje no mercado imobiliário é como jogar o instigante banco imobiliário. Comprar um monte de terrenos, construir casinhas e lucrar com a valorização e o aluguel do imóvel até o fim da partida. Na vida real é isso que tem acontecido. Investir em aluguel, revenda e até mesmo em fundo imobiliário tem atraído diversos clientes ao mercado, desde o pequeno, que compra um imóvel para alugar, até aquele que compra um prédio para revender. O fato é que todos estão de olho no crescimento e na valorização do mercado.

BB vai financiar imóvel na planta para pessoas físicas

Projeção é de que a carteira do segmento aumente 120% este ano e feche dezembro em R$ 7,5 bilhões
O Banco do Brasil vai começar a financiar a compra de imóveis na planta ou em fase de construção para pessoas físicas. Em entrevista à Agência Estado, o vice-presidente de Negócios de Varejo do BB, Paulo Rogério Caffarelli, disse que esse é mais um passo na estratégia do banco de crescer no crédito imobiliário. A projeção é de que a carteira total do segmento aumente 120% este ano, fechando dezembro em R$ 7,5 bilhões.
Até agora, o banco público só fazia o financiamento habitacional de operações tradicionais, como compra de imóveis novos e usados e financiamento a construtoras e incorporadoras. Nas novas linhas, o próprio BB vai liberar o crédito para as pessoas físicas no momento da compra do imóvel na planta. Segundo Caffarelli, o mais comum eram as construtoras financiarem essas operações, o que comprometia seus limites de crédito para a construção. "Com o banco financiando a pessoa física, libera mais limite para as construtoras."

Mas as novas linhas de crédito só serão destinadas à aquisição de empreendimentos que tiverem suas construções financiadas pelo BB. O banco tem programas de financiamento para as 16 maiores construtoras do País. Caffarelli destaca que o BB também tem procurado estreitar os laços com construtoras de menor porte. Cerca de 2,5 mil delas são correntistas do BB, das quais 800 já possuem limite de crédito.

O financiamento na planta também está disponível para empreendimentos do Programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal. A previsão do banco é de que sejam financiadas 37 mil unidades habitacionais no âmbito do programa até o fim deste ano.

Juros e prazos

As linhas de financiamento para imóveis na planta têm taxa de juros a partir de 8,4% ao ano, prazo de até 30 anos e possibilidade de financiamento de até 80% pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e de até 90% no Programa Minha Casa, Minha Vida.

O BB encerrou o mês de setembro com saldo de R$ 5 bilhões na carteira imobiliária de pessoa física, expansão de 105% ante o mesmo mês do ano passado. Considerando a carteira de pessoa jurídica, o saldo total sobe para R$ 6,3 bilhões.

Construtora Souza Luna S.A prepara volta ao mercado imobiliário

Empresa está negociando parcerias com investidores de fora do Estado
A Construtora Souza Luna S.A. está preparando sua volta ao mercado depois de anos sem lançar novos empreendimentos. A empresa está fechando parceria com construtoras de fora do Estado para investir em projetos inovadores. A Souza Luna S.A. funcionou desde a década de 1950 até 1995, quando suas atividades foram encerradas por motivos familiares. A empresa está em processo de recuperação extra-judicial, nunca faliu e tem negociações com grupos grandes do ramo da construção.

"Estamos negociando com várias empresas para voltar ao mercado. Uma construtora importante como a Souza Luna S.A. não pode ficar de fora do bom momento que vive o setor da construção civil, sobretudo em Pernambuco", explica o presidente da empresa, o advogado Carlos Frederico Vital. A Souza Luna S.A. executou várias obras públicas e de incorporação no Recife (veja lista ao lado) durante o seu funcionamento.

No que se refere ao Edifício Benoni Sá, que começou a ser erguido na Rua do Espinheiro, e cuja estrutura foi adquirida pela Melo Rodrigues, a Souza Luna S.A. participou da obra durante poucos meses. Ao contrário do que foi informado na reportagem da capa do caderno de Imóveis, da última quinta-feira, a obra não foi paralisada por causa da falência da Souza Luna S.A., que como foi dito acima, nunca faliu. A obra foi interrompida no início de 1999.

"A construção não foi para frente por causa dos condôminos que não puderam arcar com as despesas. Mas nunca houve briga entre os proprietários dos apartamentos e os incorporadores", garante Vital. A estrutura do prédio vai virar o Edifício Espinheiro Residence da Melo Rodrigues, que vai aproveitar o projeto original do prédio.

De acordo com Vital, a Souza Luna S.A está para fechar negócio com um grupo grande para realizar obras de peso no setor. "Temos vários projetos que vão surpreender as empresas do meio como incorporações e condomínios de lotes, entre outros", completa.

Baile do Colibri marca comemoração do Dia do Corretor de Imóveis

Para comemorar o dia dos corretores de imóveis, 27 de agosto, o Sindicato dos Corretores de Imóveis de Mato Grosso do Sul (Sindimóveis/MS) elaborou várias atividades para a categoria durante todo o mês de agosto. No dia 17 foi promovido o IV Torneio de Boliche da entidade, no Strik Boliche, os vencedores receberam troféus em formato de pino e a noite foi marcada por diversão, descontração e lazer. Durante o mês também foi realizado o XVI Campeonato de Futebol Society, os jogos aconteceram até o dia 21, data em que aconteceu a disputa dos finalistas. Depois do jogo os atletas e familiares foram convidados para um delicioso churrasco na fazenda Chaparral. Mesmo com o frio o salão estava cheio e os presentes se descontrairam ao som de uma dulpa sertaneja e um grupo de samba.


FALTAM CORRETORES DE IMÓVEIS NO MERCADO



Matéria do Bom dia Brasil sobre o mercado imobiliário nacional

Imóvel é o melhor investimento



Pesquisa garante que 39% dos brasileiros pretendem apostar no setor, ainda este ano

Já foi o tempo em que o mercado imobiliário brasileiro era tímido e que os investidores não davam atenção a ele. Com o aquecimento do setor, por todo o País, essa situação mudou ao ponto de ele ser considerado pela população o ativo com melhor desempenho. Essa transformação pode ser observada empiricamente nos grandes centros urbanos. Mas, recentemente, uma pesquisa desenvolvida pela Franklin Templeton comprovou isso em números.

SINDIMÓVEIS/DF GANHA MAIS UMA!


SINDIMÓVEIS/DF GANHA MAIS UMA AÇÃO PROMOVIDA POR INTEGRANTES DO "SINDICATO PIRATA"!

Mais uma vez, o SINDIMÓVEIS/DF despachou para longe os inimigos dos Corretores de Imóveis do Distrito Federal! Mais uma vez outra ação promovida por integrantes do "Sindicato Pirata" (sindigeci), contra o SINDIMÓVEIS/DF foi julgada totalmente improcedente.

O desafio das redes nos negócios imobiliários


Você pode afirmar que trabalha em um lugar onde todos agem como parceiros, empreendedores e donos da empresa?

A verdadeira revolução na maneira de trabalhar está em transformar toda empresa e profissionais em verdadeiros empreendedores, gestores, facilitadores, operadores e agentes de resultados, provendo soluções onde a inteligência de Mercado e a inovação estratégica estejam presentes.

Existe um ensinamento muito bacana que diz o seguinte, “Se você tem apenas duas alternativas na vida, escolha a terceira”, ou seja, sempre há uma terceira alternativa, sempre.

Taxa não pode ser cobrada em imóveis da CEF


O consumidor que tiver interesse em comprar imóvel da Caixa Econômica Federal (CEF) em Mato Grosso do Sul não precisa contratar corretor de imóveis, se assim o desejar. O banco deve informar aos interessados que a corretagem não é obrigatória e que se a opção for pela intermediação da compra por um corretor, o valor de 5% do valor do imóvel, pago a título de caução pelo interessado, será repassado ao profissional. Essas informações devem constar dos editais de oferecimento de imóveis pela Caixa, em destaque.

A CEF também não poderá mais deixar chaves e documentos no Sindicato dos Corretores de Imóveis de Mato Grosso do Sul (Sindimóveis). Até agora, os interessados na compra de casas e apartamentos em Mato Grosso do Sul tinham que se dirigir ao sindicato. Para o Ministério Público Federal, “a manutenção do procedimento, na prática, obriga os consumidores a contratar os serviços de corretagem”.

As medidas foram determinadas pela Justiça, em decisão liminar de 30 de maio, que acatou requerimento do procurador da República Emerson Kalif Siqueira, em ação civil pública ajuizada em 2010. As irregularidades eram investigadas pelo MPF desde julho de 2007, depois que mutuários denunciaram que somente após assinar contrato com o banco tomaram conhecimento da utilização do depósito-caução para “cobrir despesas com documentação e remuneração dos serviços de corretagem”.

A taxa foi cobrada de abril de 2004 a fevereiro de 2009, quando a própria Caixa alterou as normas que obrigavam a contratação de corretor de imóveis. No entanto, na prática, isso continuou acontecendo. Para um imóvel que custasse R$ 200 mil, o comprador deveria pagar R$ 10 mil de corretagem.

O mérito da ação ainda será julgado. Nele, o MPF pede o ressarcimento dos consumidores que desembolsaram a taxa de corretagem, nos últimos cinco anos, com juros e correção monetária.

Venda casada

O MPF considera que os réus vinculam a aquisição do imóvel a um outro serviço, o de corretagem, situação vedada pelo Código de Defesa do Consumidor (Artigo 39 da Lei n°8.078/9º). A venda casada também é considerada infração à ordem econômica (Artigo 21, inciso XXIII, da Lei n°8.884/94) na medida em que limita a concorrência para prestar determinado serviço, impedindo o consumidor de escolher o corretor de sua preferência.

Outra irregularidade é que a obrigação do repasse de cinco por cento do valor do imóvel ao sindicato, firmada por convênio estabelecido entre a CEF e o Sindimóveis, é considerada uma promessa que cabe a um terceiro cumprir, no caso o consumidor.

Fonte: Correio do Estado

GDF firma acordo com o Banco do Brasil para financiamento de imóveis por meio do Minha Casa, Minha Vida


As famílias que tentarem realizar o sonho da casa própria por meio do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida no Distrito Federal terão uma segunda opção de linha de financiamento além da oferecida pela Caixa Econômica Federal (CEF). Ontem, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Sedhab) e o Banco do Brasil (BB) assinaram uma parceria para que a instituição atue como agente financeira na área imobiliária no Distrito Federal. O maior banco do país atuará principalmente na concessão de crédito a famílias com renda até três salários mínimos. A intenção da parceria é garantir a construção de 100 mil moradias no DF, a primeira unidade da federação a fechar um acordo nesse sentido com o BB.

O secretário de Habitação, Geraldo Magela, ressaltou que o processo de seleção das famílias beneficiadas para o programa não mudou. "Todos os projetos eram financiados exclusivamente pela Caixa, que continua com esse trabalho. Na verdade, ao assinar o convênio com o BB, estamos aumentando a oferta de agentes financeiros. Ampliamos a possibilidade de crédito para os compradores das habitações a partir de agora", disse. Para obter o financiamento, os interessados devem se cadastrar na lista da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab) ou procurar uma associação ou cooperativa habitacional. As inscrições, no entanto, estão temporariamente suspensas. A Sedhab afirma que está reformulando o método de credenciamento e lançará o recadastramento em alguns dias, sem inutilizar as antigas listas de espera.

Por enquanto, o Banco do Brasil está montando a estrutura necessária para dar início a atuação no programa e recebe as diretrizes da própria Caixa, até então única operadora de crédito do Minha Casa Minha Vida no país. A instituição fez questão de destacar que a entrada neste mercado não significa concorrência com a Caixa. "É uma atuação complementar e a CEF vem nos dando total apoio. Estamos à disposição do Governo do Distrito Federal para a consolidação do programa, reduzindo o deficit habitacional do Distrito Federal", disse o vice-presidente de negócios do banco, Paulo Rogério Cafarelli. O BB abriu financiamento imobiliário em 2008 e, segundo Cafarelli, já dipõe de carteira com R$ 4,6 bilhões.

No início do ano, a Sedhab anunciou o lançamento de 10 mil unidades residenciais, sendo 5 mil construídas por empresas e entregues aos inscritos na lista da Codhab e as demais erguidas por entidades habitacionais e destinadas aos seus associados nas cidades do Gama, de Sobradinho, de Samambaia, de Santa Maria, do Riacho Fundo (3ª Etapa) e do Recanto das Emas. Em março, após seis anos de espera, foi iniciada a construção da Etapa IV do Riacho Fundo 2, onde serão erguidos 5.089 casas e apartamentos financiados por meio do programa federal. Segundo o Ministério das Cidades, atualmente, o deficit habitacional no DF é 105.296.

No entendimento do GDF e do Banco do Brasil, a parceria será fundamental para reduzir o deficit habitacional do DF e acelerar as obras. Segundo estimativa do governo federal, 7 milhões de famílias brasileiras não possuem moradia própria. Magela acredita que a demora na liberação de casas populares contribuiu para que as famílias apelem para a irregularidade. "Infelizmente, como as moradias não vinham sendo ofertadas, muita gente acaba na ilegalidade, causando um duplo custo para as pessoas, que pagam ao grileiro e depois aos donos da terra. Queremos, ao mesmo tempo, combater as irregularidades e oferecer moradias novas", argumenta.

A espera pela realização do sonho de não viver mais de aluguel tem sido longa para os 141 associados da Cooperativa Habitacional Moradores Unidos do DF. Desde 1996, ano em que foi fundada, a entidade milita na causa. Em 15 anos, a associação conseguiu construir apenas 60 moradias. Por isso, a presidente da cooperativa, Elizete Araújo Lima, tem a esperança que, com a chegada do BB ao Minha Casa, Minha Vida, os pleitos tenham resposta mais rápida . "Dependemos desse programa porque sem ele as famílias pobres não têm condição de ter uma casa. Qualquer coisa que venha facilitar e melhorar o processo deve ser bem-vinda. Já fomos muito prejudicados pelo cancelamento de editais e programas passados", avalia.

Ordem da presidente

O Banco do Brasil foi autorizado a operar como agente financiador do Minha Casa, Minha Vida na semana passada. A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, fez o anúncio na última sexta-feira e esclareceu que a atuação da instituição será complementar à da Caixa Econômica Federal. A Caixa já está repassando ao BB informações para que o banco possa começar a atuar em 2012. A ordem de montar a estrutura necessária para capacitar a instituição a atuar no programa habitacional partiu da presidente da República, Dilma Rousseff.

Os juros

» Para quem ganha até R$ 2.325, os juros cobrados são de 5% ao ano.

Se a renda familiar varia entre R$ 2.325 e R$ 2.790, a taxa é 6%.

» A última faixa de renda atendida pelo programa permitida - com rendimentos de R$ 2.790 a R$ 4.900 - os juros saltam para 8,16%.

* Caso a pessoa interessada no financiamento seja cotista do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), há redução de 0,5 ponto percentual nos juros.

Fonte: CBIC

Feirão de imóveis usados no Rio



Imobiliária oferece 10 mil unidades em três municípios, com preços a partir de R$ 80 mil. Crédito sai na hora

Mais um feirão da casa própria chega ao Rio e, desta vez, serão oferecidos 10 mil imóveis usados. As ofertas — da Ética, imobiliária do Grupo Brasil Brokers — estão distribuídas pelos municípios do Rio, de Niterói e São Gonçalo e contam com financiamento do HSBC. O imóvel mais barato custa R$ 80 mil e fica em São Gonçalo. Já a unidade mais cara, avaliada em R$ 23 milhões, refere-se a uma loja de 730 metros quadrados, em Ipanema.

O feirão vai até o dia 30. Os interessados podem procurar uma das 26 lojas da imobiliária espalhadas pelo estado, apresentando os seguintes documentos com cópias: identidade, CPF e os três últimos comprovantes de capacidade de pagamento, que podem ser contracheque ou extrato bancário.

O crédito imobiliário será aprovado no local. Segundo o diretor da empresa, Marlei Feliciano Júnior, já com a carta de crédito, o interessado pode pesquisar ofertas de imóveis cadastrados na imobiliária. Outra opção é acessar o site www.etica.com.br para conferir as unidades disponíveis.

"Com a iniciativa, a expectativa é assinar cerca de 700 escrituras este mês", prevê ele. O Grupo Brasil Brokers assinou convênio com o HSBC para concessão de crédito imobiliário no ano passado. O banco oferece juros abaixo de 12% ao ano mais TR (Taxa Referencial) e financia até 80%.

COMPOSIÇÃO DE RENDA

O prazo de financiamento vai depender da capacidade de pagamento das famílias. O banco também permite que até cinco pessoas possam compor a renda para compra de um imóvel de maior valor. Vale lembrar que as unidades oferecidas estão desocupadas e podem ser visitadas pelos interessados.

Fonte: O Dia / RJ, Cristiane Campos

Interpretação de contratos afeta o setor imobiliário



Contadores e auditores discordam em relação ao "compromisso de compra e venda"

Os contratos de construção do setor imobiliário têm uma interpretação à parte dentro do IFRS (International Financial Reportings Standards), o que faz da construção civil um dos segmentos mais afetados com a migração para o novo padrão contábil.

O pomo da discórdia entre contadores e auditores está na interpretação sobre como os contratos de compromisso de compra e venda, que são firmados antes do término da construção ou a conhecida "compra do imóvel na planta", devem ser lançados no balanço das empresas. Inicialmente, esses contratos teriam sua receita lançada no ato da transferência dos riscos e benefícios, isto é, na "entrega das chaves".

Declarando a receita desta forma, o fluxo de caixa das companhias seria arduamente afetado, pois as receitas seriam postergadas e registradas só quando da finalização do empreendimento. Com isto, principalmente para as empresas de capital aberto, o resultado seria a alteração do ritmo de geração de receitas, de lucros e do pagamento de dividendos.

A Resolução RES 1335 do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) menciona o conflito de interpretação da norma.

"Enquanto nos Estados Unidos e na Europa, fala-se em reconhecimento da receita e lucro quando da entrega das chaves, aqui no Brasil a receita é reconhecida mensalmente quando da evolução do custo", explica a contadora e advogada tributarista Tânia Gurgel, sócia-diretora da TAF Consultoria, especializada no setor de Construção Civil.

"A diferença desta percepção de receita é centrada, principalmente, na definição do momento em que os riscos e os benefícios do imóvel são transferidos ao contador, pois é neste instante que os princípios do IFRS estão estabelecidos", comenta Tânia. "Muitas empresas brasileiras argumentam que, mesmo com o imóvel em construção, os compradores podem, desde a assinatura do contrato, revender este imóvel e também realizar lucro com esta ação, o que figuraria que ele está sujeito aos riscos e benefícios do negócio desde a assinatura do contrato e, sendo assim, as receitas da venda dos imóveis poderiam ser lançadas no balanço antes da entrega das chaves", completa a advogada.

A definição sobre a maneira correta de lançar essas informações no balanço deverá ser anunciada pelo International Accouting Standards Board (Iasb), emissor das normas internacionais, ainda sem data definida.

Antes de 2003, a apuração do resultado na atividade imobiliária era feita com base na receita recebida em relação ao total da venda, sendo os custos apropriados com base nesta mesma proporção. "Naquela época, o resultado a apropriar era registrado no Grupo de Resultado de Exercícios Futuros (passivo). Notoriamente, tratava-se de uma pratica contábil para atender à legislação fiscal (IN 84/79), mas que por outro lado feria um dos princípios mais importantes da contabilidade que era proceder à escrituração pelo regime de caixa, sendo o correto pela competência", diz Marcelo Lico, diretor da Macro Auditoria e Consultoria.

Com a Resolução 963/03 do CFC (revogada a partir de janeiro de 2010 em função do IFRS), essa prática contábil foi alterada de forma que já naquela época havia sido instituído o reconhecimento do resultado com base na produção ou andamento da obra. "No segmento imobiliário, poucas empresas possuíam ações negociadas em bolsa, de forma que não eram obrigadas a serem auditadas ou terem os balanços publicados e na prática poucas seguiam a regulamentação do CFC."diz Lico. Com a abertura de capital, essa cultura vem mudando gradativamente.

Fonte: Incorporação Imobiliária | (Valor Econômico)

Abecip promove seminário sobre ampliação do funding



A Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) promoveu o seminário “Ampliando o funding para o mercado imobiliário”, em São Paulo. O evento foi aberto por Luiz França, presidente da Abecip; João Crestana, presidente do Secovi-SP; e Dyogo Oliveira, secretário executivo-adjunto do Ministério da Fazenda.

O encontro promoveu algumas reflexões sobre as novas ferramentas de funding para acompanhar o crescimento do mercado imobiliário.

“O crédito imobiliário é o caminho da redenção para o déficit habitacional”, disse França. “Raramente se teve como agora pessoas interessadas no setor. A caderneta de poupança tem sido um funding importante. É preciso estudar a desintermediação e procurar trazer cada vez mais os CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) para o pequeno investidor”, complementou João Crestana.

O economista chefe do Banco Bradesco, Octavio de Barros, também esteve presente e ressaltou a importância da relação entre o Brasil e China. De acordo com o economista, a China poderá investir de R$10 a 15 bilhões por ano em diversos setores brasileiros. Nos últimos doze meses, o país também alcançou o recorde de investimentos estrangeiros, cerca de US$100 bilhões. “A preocupação dos investidores é com a inflação, mas o apetite pela poupança continua crescendo.

A economia brasileira está em processo de desaceleração, mas 84% dos setores estão em processo de investimentos”.

A regulação dos covered bonds também foi um dos temas discutidos como uma nova ferramenta para o crédito imobiliário.

Para Alvaro Carbajosa, chefe de financiamento do Grupo Santander, o Brasil precisará realizar um alongamento nos prazos e uma diversificação da base dos investidores. “O desafio é ter um marco legal e supervisionado, que ofereça cobertura do investidor, conclui Carbajosa.
Fonte: Vida Imobiliária

Nova aposta da Tishman em São Paulo



Depois de mais de quatro anos sem novos lançamentos corporativos na capital paulista, a americana Tishman Speyer volta à cidade com o seu maior investimento no Brasil: R$ 600 milhões. Antiga sede do Parque Beto Carrero, o terreno, que está nas mãos da empresa há mais de três anos e demorou a ser aprovada, acabou na frente do novo cartão postal da cidade: a Ponte Estaiada da Marginal Pinheiros, na Zona Sul de São Paulo. O empreendimento mudou até de nome, de Torre IV para Tower Bridge. Será uma única torre com 138 mil m2 de área construída, prevista para ser entregue em julho de 2012. O terreno foi comprado da Brookfield, que agora é responsável pela construção do projeto, que começou este ano.

Para se ter uma dimensão do investimento da Tower Bridge, no Rochaverá, outro empreendimento da Tishman que começou a ser construído em 2006 na zona sul de São Paulo, também foram investidos R$ 600 milhões, mas em quatro torres. No Ventura, duas torres comerciais no Rio, foram investidos R$ 500 milhões. O projeto de três torres de alto padrão, que está sendo erguido em Brasília, está orçado em R$ 500 milhões.

A Tishman, dona do Rockfeller Center, já teve capital aberto nos Estados Unidos na década de 70, mas mudou sua estrutura de captação de recursos para fundos de longo prazo. Levanta dinheiro com investidores estrangeiros e devolve o retorno após a venda dos ativos. Ao todo, captou cerca de R$ 1,5 bilhão em dois fundos exclusivos para oBrasil (R$ 1,2 bi no primeiro e R$ 260 milhões no segundo). O dinheiroda Tower Bridge veio do primeiro fundo. Apesar do alto retorno obtido na venda dos empreendimentos e entregue aos investidores, as duas torres do Ventura custaram R$ 500 milhões e foram vendidas por R$ 1,1 bilhão, a Tishman vive uma fase de maturação de projetos antigos.

Além de Brasília, está construindo o segundo prédio em Alphaville, o primeiro já foi vendido para a BR Properties, outro no centro do Rio e reforma a antiga sede da Sul América, também no Rio.
Fonte:Clipimobiliário

Financiamento de imóvel com recursos da poupança cresce 42% em abril

Em abril, foram emprestados R$ 6,16 bilhões de recursos da poupança para financiamentos imobiliários, uma alta de 42% frente ao mesmo período do ano passado, segundo revelam dados da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).

Na comparação com março, entretanto, os financiamentos imobiliários com recursos da poupança recuaram 0,81%, visto que no terceiro mês deste ano eles alcançaram a marca de R$ 6,21 bilhões.

Considerando os últimos 12 meses, o saldo de financiamentos atingiu R$ 64 bilhões, uma alta de 60% em relação aos 12 meses finalizados em abril de 2010. No ano, as contratações acumulam R$ 22,2 bilhões.

Unidades financiadas
O número de unidades financiadas em abril somou 38,5 mil. Em comparação com abril de 2010, houve crescimento de 3%.

Em 12 meses, foram financiados 452 mil imóveis, 33% a mais do que o apurado nos 12 meses anteriores. Este resultado, segundo a Abecip, mostra que o bom desempenho do crédito imobiliário está se mantendo em 2011.

Captação líquida
Em abril, a captação líquida da poupança (depósitos menos saques) foi negativa em R$ 612 milhões.

Já o saldo das contas de poupança atingiu a marca de R$ 305,9 bilhões em abril, superando, mesmo com a captação negativa, em 17% o saldo do quarto mês do ano passado.
Fonte:InfoMoney

O Português brasileiro



(Luís Lima - Presidente da Confederação do Imobiliário de Língua Oficial Portuguesa (CIMLOP) e Vice-Presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI) integrando, nesta qualidade, o Conselho Económico e Social Português (CES).)

Hoje tive a grande honra de estar ao lado de um dos grandes nomes no mercado imobiliário, um português visionário e empreendedor. Segundo suas palavras, ele considera que a permuta de casas "não é tão usada como devia porque muitos proprietários preferem receber o valor todo do imóvel a aceitar um outro em pagamento. O líder da apemip frisou que o beneficio fiscal associado à permuta é "bastante atractivo", já que o imposto municipal sobre as transmissões onerosas de imóveis (imt) apenas é "pago pela diferença" entre os imóveis permutados.

Luís Lima é gestor de formação e empresário há 28 anos, sendo administrador de empresas de mediação e promoção imobiliária em Portugal e de uma empresa de vinhos, há vários anos pertença da família, empresa para onde entrou, há mais de um quarto de século, então com a responsabilidade da gestão do pessoal.

Lidera, desde Janeiro de 2009, os destinos da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal - APEMIP, num mandato que já se renovou para o triénio 2011-2013 (a APEMIP assume a Presidência da CEI - Confédération Européenne de l´Immobilier). Luís Lima foi um dos artífices da criação desta Associação, que resultou da fusão entre as anteriores APEMI e a AMIP.

Sendo a APEMIP membro principal da FIABCI (International Real Estate Federation), Luis Lima detém igualmente a Presidência do Capítulo Português desta Federação, na qual a APEMIP assume também a Vice-Presidência da FIABCI Europa.

Foi nomeado Presidente do Conselho de Administração da APEMIP Serviços, uma empresa detida a 100 % pela APEMIP, mantendo até hoje este cargo.

Bruno Lucena

HSBC VAI PAGAR COMISSÃO ADICIONAL PARA OS CORRETORES DE IMÓVEIS


Corretores de imóveis autônomos no País poderão reforçar o orçamento com a comissão de 1,5% sobre os financiamentos liberados pelo HSBC. O banco e a Rede Morar, imobiliária do Grupo Brasil Brokers, assinaram parceria para premiar corretores independentes, ou seja, que não representam imobiliárias. O objetivo é impulsionar a geração de crédito do HSBC na compra de imóveis prontos.


Segundo o diretor-presidente da Rede Morar, Haldani Teixeira, são 180 mil corretores no País, sendo que 60% e 70% são profissionais autônomos. “Vamos dar todo o suporte para liberação do crédito, além de treinamento. Tudo será online”, diz Teixeira.


Ele explica que a comissão somente será paga depois da assinatura do contrato e registro. O pagamento será feito por nota fiscal ou RPA (Recibo de Pagamento de Autônomo). Se o financiamento for de R$ 150 mil, a comissão referente ao empréstimo do HSBC será de R$ 2.250, além da comissão do corretor, que é regulamentada em 6% sobre o valor da venda. Interessados devem enviar e-mail para credenciamento@redemorar.com.br, com nome, número de registro do Creci, município de atuação e telefone de contato. Não há custo para o corretor. Fonte: O DIA ONLINE

A PROPAGANDA PODE SER A "ALMA DO IMÓVEL"



O mercado imobiliário no Brasil não tem do que se queixar. Facilidade de crédito, programas de subsídios federais e estabilidade econômica são alguns dos fatores que estão tornando o antes chamado "sonho da casa própria" em algo perfeitamente atingível.


Do outro lado da mesa, muita gente enxergou essa boa fase como a hora certa para abrir ou ampliar seus negócios no setor imobiliário. Com a crescente concorrência, empresas do ramo buscam diferenciais para a conquista de clientes. Para isso, o marketing e a propaganda, neste momento, podem ser considerados sim a "alma do negócio".


Segundo o professor de Comunicação e Marketing da Faculdade Unifamma, Wilson Teixeira, a concorrência feroz do mercado imobiliário vem obrigando as empresas a apostarem em soluções inovadoras na área de marketing na busca pelos clientes. E, hoje, isso não se resume mais a fazer campanhas de vendas, buscando liquidar todos os imóveis disponíveis em um curto espaço de tempo. Mais do que isso, na opinião do professor, as empresas devem utilizar as ferramentas comunicacionais para valorização e consolidação da imagem da empresa. Ações como essa são exigências para quem quer crescer.


"Hoje, a grande preocupação dos empresários do setor é entregar um produto que não seja mais um no mercado. Na década de 90, o máximo era colocar folders com famílias felizes estilo ‘comercial de margarina’. Isso não cola mais. A sociedade mudou, a comunicação deve acompanhar. Isso é pensamento de negócio com o foco em marketing", exemplifica Teixeira.


Agências ou equipe interna


Já é comum, pelo menos entre grandes empreendedoras do ra- mo imobiliário, atentar-se às estratégias de marketing para auxiliar no sucesso de vendas e no desenvolvimento da empresa em médio e longo prazo.


Se não há estrutura e também recursos para se criar uma equipe interna especializada em marketing, publicidade e assessoria de imprensa, o professor e gerente afirma que o serviço prestados por agências de publicidade se torna crucial.


Na opinião de Teixeira, não há muitas fórmulas a serem seguidas. Os profissionais, que estão preparados para isso, trabalharão com o foco voltado para os resultados das campanhas de marketing.


"Estes profissionais vão mergulhar no empreendimento e vão trazer a solução sob medida, para aquele negócio. Invista um pouco mais na profissionalização da comunicação e marketing, e adicione valor ao seu produto, que, com certeza, vai colher resultados bem mais consistentes a curto, médio e longo prazo", afirma.


Panfletagem


Embora possa atingir grande público (nem sempre o desejado) com pouco investimento, a propaganda por meio de panfletagem vem caindo em desuso, porque tende a sujar a cidade. Na opinião do professor de Marketing Wilson Teixeira, isso é problema de educação e não de comunicação. "É mais fácil não fazer do que educar os cidadãos a não jogar o papel recebido nas ruas. Se bem feita, (a panfletagem) é ainda bem válida".


Fonte: odiario.com

SETOR IMOBILIÁRIO VÊ SINAL AMARELO E DESACELERA

SÃO PAULO (Reuters) - Após forte crescimento nos últimos anos, o setor imobiliário começa a dar indicações mais fortes de desaquecimento, pressionado, sobretudo, por preços altos, desaceleração da demanda e ritmo menor de lançamentos.


O sinal amarelo acendeu já no primeiro trimestre deste ano, quando construtoras e incorporadoras apresentaram dados de vendas e lançamentos bem abaixo dos vistos em 2010.

Mais recentemente, o Secovi-SP, sindicato que representa o setor em São Paulo, divulgou uma queda de 61,8 por cento nas vendas de imóveis residenciais novos na capital paulista em março contra um ano antes e recuo de 16,2 por cento sobre fevereiro.

"Redução do crédito, aumento das taxas de juros e migração de investimentos em poupança para outros com retorno maior têm contribuído para um arrefecimento da demanda", afirma o economista e professor de Finanças da BBS Business School, Ricardo Torres.

Mais otimista, o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, disse à Reuters na ocasião da divulgação dos dados de março que a queda foi pressionada por questões sazonais. "O primeiro trimestre sazonalmente é o que vende menos e esse ano foi agravado pelo Carnaval no início de março. A comparação anual também é muito dura. No primeiro trimestre de 2010 o país vivia uma euforia total."

Somado a isso, a segunda fase do "Minha Casa, Minha Vida", que ainda não saiu do papel, vem pesando sobre a demanda, principalmente a da população de baixa renda. De fato, há um ano, o programa habitacional do governo era citado pelo mercado como o principal motor de crescimento do setor.

"Isso (paralisação do programa) causa represamento. Quem depende do subsídio para comprar um imóvel vai aguardar", assinala o analista Wesley Bernabé, do BB Investimentos.

"As empresas colocaram o pé no freio em lançamentos em meio à discussão de aumento de preços (dentro do programa) e o setor já vem sofrendo pressão de custos. Hoje uma parcela representativa do mercado ficou em 'standby'", diz o analista Marcos Pereira, da Votorantim Corretora.

Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o nível de atividade da indústria da construção civil caiu para 48,3 pontos em abril, contra 49,5 no mês anterior. Valores acima de 50 indicam crescimento da atividade e expectativa positiva.

"O ritmo de crescimento das empresas (do setor imobiliário) deve ter uma nova realidade, mais alinhado com o Produto Interno Bruto", afirma Pereira.

PREÇOS E ESTOQUES PREOCUPAM

Tema recorrente em discussões sobre os rumos do setor, a forte valorização imobiliária vista nos últimos anos é outro fator que divide opiniões entre agentes de mercado.

Enquanto alguns defendem que houve uma correção natural de preços após anos de estagnação, outros apontam que a queda de preços é necessária para sobrevivência das construtoras.

"As incorporadoras não têm mais como comprar terrenos em grandes cidades e ainda têm estoque gigantesco para vender. Têm que oferecer descontos para atrair investidores", afirma Torres, da BBS.

O analista Pereira, da Votorantim, concorda que as distorções de preços exigirão certa correção para que os estoques de imóveis sejam desovados. "Há um estoque crescente, que tende a aumentar. Pode haver pressão de estoque até o final do ano, resultado do crescimento dos últimos anos."

Por outro lado, Bernabé, do BB Investimentos, não vê os estoques influenciando a curva de preços para baixo.

"Se os preços caírem muito, há desestimulo muito grande", afirma. "Se o estoque de unidades prontas atingir um nível maior que o atual, as empresas vão começar a revisar as metas de lançamentos. Não vejo relação com preços."

No mesmo sentido, Petrucci, do Secovi, é taxativo: "Preço de imóvel não cai, principalmente preço de imóvel novo".

NEM IMÓVEIS, NEM AÇÕES

A desaceleração do setor vem refletindo também nas ações de construtoras na bolsa.

"Não é hora de comprar imóvel nem ação das empresas. O momento é muito delicado", diz o economista e professor da BBS. "Os preços, tanto de imóveis quanto de ações, perderam o contato com a realidade. Não é um bom investimento hoje."

O analista da Votorantim cita a deterioração geral da bolsa como um aspecto bastante negativo para as empresas do setor imobiliário, muito dependente de capital estrangeiro.

O Imob, índice que mede o desempenho de 18 ações do setor imobiliário na Bovespa, acumula queda de 7,6 por cento no ano até 27 de maio, um pouco pior que o do Ibovespa --que reúne as ações mais líquidas da bolsa paulista e registra queda de 7,2 por cento no mesmo intervalo.

"Enquanto a bolsa continuar enfraquecida, o setor imobiliário não deve ser uma aposta", avalia Pereira.

Ele cita ainda a forte pressão de custos sofrida pelas grandes empresas do setor no quarto trimestre de 2010 como responsável por passar uma mensagem negativa aos investidores.

"Não acho que no curto prazo essa percepção negativa vá mudar, talvez no segundo semestre", diz.

Fonte: © Thomson Reuters 2011 All rights reserved.

WALDEMIR MOKA É RELATOR DA MP 514/2010


Senador Waldemir Moka (PMDB)

O senador Waldemir Moka (PMDB) foi indicado relator da Medida Provisória 514/2010 que muda as regras da segunda etapa do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. A matéria foi aprovada semana passada na Câmara dos Deputados e agora está sendo analisada pelo Senado.

O novo texto traz alterações no critério de renda exigido para que o candidato tenha acesso ao benefício. O limite passa a ser calculado com base no real e não mais em cima do salário mínimo. A exigência de renda familiar mensal, que era de até dez salários mínimos, passa a ser de até R$ 4.650,00.

A faixa que ia até seis salários mínimos passa a ser considerado o valor de R$ 2.790,00. A exigência de três salários mínimos agora tem valor definido de R$ 1.395,00.

De acordo com Moka, a tendência é que o Senado faça poucas alterações em relação ao texto aprovado pela Câmara. “O texto elaborado pelos deputados está bem enxuto. As alterações, se houver, serão poucas”, analisa o senador.

A segunda etapa do programa Minha Casa, Minha Vida prevê a construção e reforma de 2 milhões de imóveis. Segundo Moka, o Governo pretende investir R$ 16,5 bilhões, com prioridade para famílias chefiadas por mulheres, desabrigadas ou que morem em área de risco.

O senador diz que a seleção dos beneficiários será feita com a participação dos Estados e dos municípios. “A ideia é tornar esse programa mais ágil, razão pela qual se faz necessário de reduzir a burocracia. O déficit habitacional só vai ser reduzido se essas ações caminharem rapidamente”, afirma.



Fonte: MS Notícias